Cirurgia Revisional

CIRURGIA BARIÁTRICA

Cirurgia Revisional

Existem diversas situações em que uma cirurgia de obesidade/metabólica precisa ser revisada e este é um procedimento que nos desperta grande interesse.

Poucas equipes dispõem-se a operar estes pacientes, pois os profissionais necessitam de experiência e conhecimento adequado de todas as técnicas existentes.

Nos últimos anos temos nos especializado em realizar tais adaptações. O importante é o paciente saber que existem hoje diversas soluções que podem ser realizadas por equipes experientes e atualizadas, melhorando sua condição. Sem esquecer também que a cirurgia não deve ser banalizada, porque envolve riscos e só deve ser realizada quando todas as outras possibilidades se esgotaram.

O importante é o paciente saber que existem hoje diversas soluções que podem ser realizadas por equipes experientes e atualizadas, melhorando sua condição, mas que também a cirurgia não deve ser banalizada, tem riscos e só deve ser realizada quando todas as outras possibilidades se esgotaram.

As situações que podem indicar revisões são:

REGANHO DE PESO/RETORNO DO DIABETES 2

Este item necessita de muito cuidado, pois nem todos os pacientes precisam ser reoperados.

A primeira atitude é sempre otimizar o suporte multidisciplinar (psicológico/ nutricional/exercício) e corrigir eventuais desvios.

Logo depois associar medicações específicas que possam auxiliar estes pacientes.

Porém em casos selecionados, a cirurgia pode ser considerada, principalmente com os novos conhecimentos metabólicos e a possibilidade técnica de transformar um procedimento em outro.

PACIENTES QUE NÃO SE ADAPTARAM À TÉCNICA UTILIZADA 

Nestes casos, são os que necessitam de modificação, conversão para outro procedimento ou desfazer a cirurgia.

O exemplo mais comum ocorre na banda gástrica e no anel da cirurgia de Fobi-Capella, por deslocamento da prótese e/ou excesso de vômitos.

Também nas cirurgias de Scopinaro/Domene e “Lazarotto”, já abandonadas por desnutrição e diarreia.

Nos pacientes que apresentam refluxo gastroesofágico de difícil controle, como pode ocorrer por exemplo na gastrectomia vertical.

PROBLEMAS TÉCNICO/ANATÔMICOS

Aqui trata-se de situações causadas por defeitos ou alterações relacionadas a procedimentos muito antigos ou realizados de forma inadequada.

Exemplos: estômago muito grande/dilatado; desvio intestinal insuficiente ou muito grande; fístula gastro-gástrica (comunicação entre o estômago pequeno e o estômago excluso, interferindo na perda de peso); hérnias internas, entre outros.

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